Desde Maio de 2009 já é possível realizar em Portugal operações à próstata, a laser.
Na totalidade existem cinco máquinas no território nacional (duas delas em hospitais públicos: Santa Maria e São João).
A grande vantagem da operação a laser é que o doente não sangra e, além disso, não fica internado no hospital, tendo alta no mesmo dia. Quando vai para casa, apenas transporta consigo uma argália.
A operação tem a duração de uma hora e nela os médicos utilizam 187 mil joules de energia, accionando o laser com um pedal, para queimar ou vaporizar a próstata, o que leva as células a desintegrarem-se (fonte: revista "Sábado").
O sistema, conhecido por “VPF luz verde”, é único devido à utilização de laser KTP (Potássio, Titânio e Fósforo) de última geração. Esta energia funciona em conjunto com uma ficha óptica especialmente desenhada para esta aplicação. A união de ambas (laser + ficha) permite-nos vaporizar o tecido de HBP. O conceito de vaporização consiste na eliminação por completo do tecido, assim como na fotocoagulação simultânea dos vasos sanguíneos, evitando praticamente a possibilidade de hemorragia que é sempre a grande preocupação dos urologistas na cirurgia da próstata (fonte: British hospital).
Contudo, os custos suportados pelos hospitais são consideráveis. Um aparelho ronda os 100.000 euros e em cada intervenção é utilizada uma fibra que custa 1000 euros.
Na totalidade existem cinco máquinas no território nacional (duas delas em hospitais públicos: Santa Maria e São João).
A grande vantagem da operação a laser é que o doente não sangra e, além disso, não fica internado no hospital, tendo alta no mesmo dia. Quando vai para casa, apenas transporta consigo uma argália.

A operação tem a duração de uma hora e nela os médicos utilizam 187 mil joules de energia, accionando o laser com um pedal, para queimar ou vaporizar a próstata, o que leva as células a desintegrarem-se (fonte: revista "Sábado").
O sistema, conhecido por “VPF luz verde”, é único devido à utilização de laser KTP (Potássio, Titânio e Fósforo) de última geração. Esta energia funciona em conjunto com uma ficha óptica especialmente desenhada para esta aplicação. A união de ambas (laser + ficha) permite-nos vaporizar o tecido de HBP. O conceito de vaporização consiste na eliminação por completo do tecido, assim como na fotocoagulação simultânea dos vasos sanguíneos, evitando praticamente a possibilidade de hemorragia que é sempre a grande preocupação dos urologistas na cirurgia da próstata (fonte: British hospital).
Contudo, os custos suportados pelos hospitais são consideráveis. Um aparelho ronda os 100.000 euros e em cada intervenção é utilizada uma fibra que custa 1000 euros.
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